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Prefeito de Teresópolis,Jorge Mario, visita áreas afetadas pelo temporal de 12 janeiro de 2011 e define ações iniciais de reconstrução
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Jorge Mario visita áreas afetadas pelo temporal de janeiro
e define ações iniciais de reconstrução


Teresópolis, 7 de fevereiro de 2011 – Dando continuidade à rotina que adotou logo após o acidente natural que atingiu Teresópolis, o Prefeito Jorge Mario passou o último sábado, 5 de fevereiro, percorrendo os bairros e localidades afetados pelo temporal de 12 de janeiro. Acompanhado pelos secretários de sua equipe de governo, Jorge Mario verificou os serviços de retirada de escombros e entulhos e o atendimento que vem sendo prestado às vítimas das chuvas, na cidade e no interior. Durante os trabalhos, foram anotadas as demandas das comunidades e avaliadas as ações estratégicas de reconstrução das regiões que sofreram os danos das chuvas.

Em coletiva nesta segunda-feira, 7, Jorge Mario avaliou as ações executadas pela Prefeitura desde o dia 12 de janeiro, começando pelo atendimento emergencial às vítimas das chuvas pós-desastre, o resgate e sepultamento de corpos, passando pela limpeza da cidade e desobstrução dos acessos das áreas afetadas, o abrigo temporário das famílias que perderam suas casas até a desapropriação de área, no bairro Ermitage, para a construção de condomínio residencial.

De acordo com o balanço geral apresentado pelo Prefeito, o temporal de 12 de janeiro atingiu 79 localidades, na cidade e no interior, com 355 óbitos, 6.727 desabrigados e 9.111 desalojados. O município fez 3.500 cadastros para o aluguel social. Teresópolis conta com 28 abrigos em funcionamento e sete galpões que são utilizados como depósitos de roupa e de alimentos.

Jorge Mario também divulgou o planejamento estratégico das ações de reconstrução das áreas danificadas pelo temporal, que inclui o mapeamento dos locais atingidos, a elaboração de relatórios de danos para os Governos Estadual e Federal, a confecção de projetos de reconstrução e a sondagem do imóvel desapropriado para a elaboração do projeto de construção das unidades habitacionais. A limpeza geral encontra-se em curso. Até o momento foram recolhidas 1.520 toneladas de lixo. O início da reconstrução das localidades atingidas está prevista para até 30 dias, e a construção das unidades habitacionais será iniciada em até 90 dias.

“Estamos implementando uma agenda positiva de ações. Há tempo para chorar e consolar as famílias. Mas agora é o momento de planejarmos estrategicamente o futuro da nossa cidade. Precisamos caminhar em unidade, sem diferenças pessoais, sociais ou políticas. Tenho convicção que teremos uma cidade muito melhor do que antes da calamidade”, conclamou o Prefeito Jorge Mario. Ele convidou as pessoas a visitarem Teresópolis e, deste modo, contribuir para a recuperação econômica do município. “Este é o momento de fazer um apelo às pessoas: visitem Teresópolis. Nossa cidade tem bom clima, é segura e acolhedora. Este será um grande ato de amor a Teresópolis, pois o visitante vai contribuir para a recuperação econômica do município”, convidou.

Interesses políticos
Durante a coletiva, Jorge Mario criticou duramente a iniciativa do Vereador Cláudio Mello e do Deputado Estadual Nilton Salomão, ambos do PT. Eles obtiveram liminar para suspender a contratação emergencial de duas empresas, responsáveis pela limpeza da cidade e desobstrução dos acessos das áreas isoladas.

Lembrando que a liminar foi suspensa por decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, o Prefeito classificou a atitude dos dois políticos como uma infidelidade com o partido e com a população de Teresópolis. “Enquanto trabalhamos incessantemente neste momento, somos atrapalhados por lideranças políticas que, se utilizando de instrumentos jurídicos, tentaram impedir a contratação emergencial de empresas para socorrer as vítimas das chuvas e prejudicar o atendimento das famílias atingidas”.

Jorge Mario salientou que todas as contratações seguiram os procedimentos legais permitidos em caso de calamidade pública. “Tanto que a decisão do Tribunal de Justiça suspendeu a liminar, considerando que, se fosse mantida, ela poderia causar sérios danos à ordem, à saúde e à segurança pública”, concluiu.

fonte:(Assessoria de Comunicação)

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